Os dias, pelo menos aqui para os meus lados, têm acordado debaixo de um nevoeiro (quase) cerrado! 

É normal, eu sei. O verão está a ir embora e o outono a chegar. Não que eu seja um grande adepto do verão, porque até gosto bastante do inverno e de dias cinzentos. Mas a verdade é que estes dias, já mais escondidos, me trazem uma saudade imensa do meu Porto Santo e dos dias que lá passo, e das coisas que lá vivo, e das pessoas que lá costumam estar comigo. 

Gosto demais daquela ilha, para não me lembrar por qualquer razão. Tudo é motivo para me lembrar daquele cantinho do Atlântico! 

Este ano então, como tivemos lá uma cerimónia mais que especial, o baptizado do Pedro, os amigos que lá foram de férias, foram muitos e deu para viver momentos fantásticos. 

Fui por várias vezes acompanhado para o golfe, por exemplo. O catalão Joan Mir, na sua cruzada independentista, o Mário Silva, e o Andrew Oliveira eram meus companheiros de jogo quase diários. Depois, enquanto lá estiveram, arrastei para o campo o sogrinho Fernando, o irmão Almiro. Quem sabe lhes pego o bichinho desta modalidade fascinante. 

O Luis foi outro amigo, que partilhou estas férias connosco. Tivemos uma peripécia de morrer a rir com um drone perdido… nem vos conto! 

À parte disso, nem imaginam as saudades que já tenho daquela imensa praia. Dos tão cuidadosos Sérgio e Jéssica que nos aturavam ali todos os dias, e comandavam as operações quer de segurança na praia, quer no bar de apoio, para que nada faltasse aos veraneantes. E que bem que o faziam, dia após dia. 

Enfim… o verão acaba depois de amanhã, e eu já aqui a desejar poder voltar ao meu paraíso de sempre! 

É um até já. Quero acreditar que é um até já!