Um dia feliz

Hoje vivemos momentos de felicidade logo bem cedo. O nosso querido Helder Reis completou mais uma volta ao sol, que ele tanto ama e admira.
Foi num processo de alguma insistência que a direcção da RTP Porto aceitou dar-lhe uma oportunidade. Precisávamos de um repórter para correr o país e transmitir os sentimentos daqueles que apenas veem televisão nunca sendo os protagonistas das histórias. Tanta vezes simples, tantas vezes emocionantes e, como se provou, ninguém melhor do que ele lhe dá voz.

O nosso Helder, e o seu imenso coração genuíno de pureza e sensibilidade, revelou-se a aposta certa para dar a dimensão justa a um imenso território, cada vez mais despovoado mas raiz daquilo que somos.

O Helder é uma espécie de colectânea dos melhores sentimentos. Estamos muito gratos pela sua existência e, pessoalmente, estou certo que me sinto muito beneficiado por tê-lo como amigo.


A segunda metade deste texto reservo-o para uma inesperada surpresa preparada pela produção da Praça em conjunto com a Marinha portuguesa.

A antecipar o dia da Marinha, que se celebra amanhã dia 20, recebi esta foto em direto no programa que partilho convosco.

Um grumete de 21 anos que serviu a Armada nacional durante 18 meses, na conhecida Marinha de “pau”. Eu explico, quem não embarca num navio assim fica conhecido. Depois de 6 meses em Vila França de Xira fui colocado na Escola de Serviço de Saúde Militar, em Lisboa, onde passei um ano perfeito. Tropa das 9 às 17, Rádio Comercial das 18 à meia noite, porque a distância a pé o permitia.
Ironia das ironias. Por ter o serviço militar por cumprir não integrei os quadros da BBC, em Londres, para onde tinha concorrido e sido aceite.
A vida dá mesmo muitas voltas ao sol, e algumas delas são momentaneamente obscuras. Basta um sopro e ficamos iluminados. Como está hoje, o “nosso” querido Helder Reis. Parabéns.

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