Não resisto a falar-vos de um tema tão controverso, tão aborrecido, tão problemático, tão actual e ao mesmo tempo, tão mas tão simples… 

Quantas vezes já viram discussões, pessoas a gritar, a insultar-se, e até mesmo a chegar a vias de facto, por exemplo, numa fila de supermercado? 

Eu já vi. Algumas vezes. Fico sempre a pensar…para quê? Porquê? Que se ganha com isso? 

Em todo o lado, centros comerciais, cinemas, supermercados, correios, monumentos, transportes públicos…existem regras bem explícitas, sobre a prioridade a grávidas, bebés de colo, deficientes, e pessoas de idade. Os cartazes estão afixados, para quem queira ver. 

E eu só pergunto…será mesmo necessário? Será que é mesmo preciso tanto aviso e placa informativa? 

Então mas afinal, não seremos capazes de funcionar em sociedade apenas com o nosso bom senso? 

Ora se vemos atras de nós uma pessoa de idade, uma grávida ou uma mãe com um bebé, serão precisos os avisos para que a nossa educação deixe passar à frente quem mais precisa?

Bom, pensando bem e pelo que se vê por aí…a resposta é sim. Sim, são precisos todos os avisos, todas as placas informativas e todos os lembretes de que existe uma coisa chamada “prioritário”

O mais irónico, acho que muitos de vocês já devem ter presenciado também, é que apesar dos avisos bem visíveis, ainda há quem não os veja, ou melhor, quem finja que não os vê. Como se fosse possível acreditar que não se vêem. 

A mais recente novidade, é que agora nos supermercados, já não há aquela famosa caixa prioritária. Agora são todas! Ou seja, sem qualquer aviso ou caixa especial, quem for prioritário, só tem de pedir a quem está à frente, que deixe passar. 

Esta medida tomada, é lógica e vem de encontro ao que eu disse há pouco:  impera o bom senso! 

Hummmm… não sei se vai resultar! Gostava muito, mas não sei se vai. 

Até porque um dia destes, assisti a uma zanga por causa disso mesmo. Alguém que se insurgiu quando outro alguém perguntou se podia passar….respondeu “não senhora, tem de esperar como os outros”…e a senhora ali ficou, com o bebé ao colo… Tenho tanta pena que seja assim. 

Como acham que seria mais fácil e mais justo resolver esta questão? Sem zangas, sem chatices, sem amuos por se perder o lugar em qualquer fila? Dêem a vossa opinião, pode ser que consigamos sensibilizar cada vez mais gente a um civismo mais simpático.