Vocês sabem que eu gosto de relembrar os melhores momentos da minha infância. Já vos falei aqui das memórias da tabuada do ratinho, da Heidi e do Marco, do lançamento do pião e de tantas outras coisas! Costuma dizer-se que, enquanto há vida, há esperança, e eu diria que, enquanto há memória, há infância! E vocês sabem do que é que eu me lembro perfeitamente? Das inúmeras traquinices que fiz…

Nos tempos da escola primária, posso dizer-vos que eu era o animador de serviço. Mesmo quando não existiam espectáculos preparados para o Carnaval e para o Natal, tínhamos momentos em que imitávamos anúncios de televisão e cantigas.

Nunca me vou esquecer de uma parelha que fazia com o meu colega Vítor, a imitar os marretas! “Manan manan!”, lembram-se disto?

Era isto mesmo que imitávamos em miúdos…

Estava ainda agora a lembrar-me de algumas traquinices que fiz quando eu tinha oito anos. O que aconteceu foi o seguinte: participei numa corrida, cheguei a casa e contei à minha família que fiquei em oitavo lugar.

Claro que recebi elogios, foi quase um feito! Mas, horas depois, a minha mãe perguntou-me quantos eram os participantes. E eu respondi que eram oito. Foi uma risada tão grande que vocês nem imaginam!

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Às vezes, era tão bom podermos voltar a esses tempos só para vermos as brincadeiras que fazíamos. Não estou a falar de mudar o passado, nada disso, porque esse não se pode alterar, não é verdade? E para quê se foi tão bom… o que eu gostava de entrar numa máquina do tempo e estar ali, como mero observador, até me doer a barriga de tanto rir!

 

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