Eu sei dizer-vos onde estão a Heidi e o Marco: vivem na minha prateleira de cassetes antigas e na memória dos melhores desenhos animados que já vi!

Lembram-se daquela pequenina que brincava nos campos e ajudava o avôzinho? Que nostalgia! O melhor amigo dela tinha um nome muito bonito: Pedro! Era um pastor que passeava com a Heidi e lhe mostrava os sítios mais bonitos das montanhas.

Parece que foi ainda ontem que vi o episódio de estreia na RTP. Enquanto vos escrevo, a música do genérico não me sai da cabeça. Façam lá uma viagem no tempo:

E o Marco com o seu macaquinho “Dominó” no ombro? O “bicho” fazia um som tão engraçado! Sinceramente, se me pedissem para escolher um favorito entre estes dois desenhos animados, não me conseguia decidir. A Heidi transmitia aquela inocência bonita da infância, era uma menina feliz apesar dos problemas familiares. O Marco deixava-me maravilhado pela vontade enorme que tinha em encontrar a mãe, que estava a viver na Argentina. Chorei baba e ranho porque ele nunca mais a encontrava e ainda sei a música de cor!

Acho que, quando crescemos, percebemos que os desenhos animados não são feitos apenas para as crianças. Há muitas histórias destas que nos ensinam valores importantes. Sem dúvida que a Heidi e o Marco me ensinaram um modo positivo de encarar a vida: nunca devemos desistir daqueles que gostamos e, por muito difícil que a realidade seja, existem sempre razões para sorrir, não é verdade?

Vocês também lá têm estes pequenos a viver na prateleira?

 

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