T-Rex, Kimi, Cookie e Pixie, são os nomes destes quatro-patas, que fazem parte da nossa família! Sempre gostei muito de animais e sou daquelas pessoas que é incapaz de imaginar uma casa sem cães, por exemplo.

Por isso, fico muito sensibilizado quando alguém me fala em abandono. Aliás, nunca tive capacidade para perceber como é que um ser humano consegue fazer tal barbaridade!

Fiquei feliz quando soube que a Holanda já é o primeiro país do mundo sem animais abandonados na rua. É claro que este processo foi demorado mas já viram bem que orgulho deve ser poder dizer uma coisa destas?

Foram feitas várias acções de sensibilização e o próprio governo ajudou no financiamento da esterilização dos animais. Cá em Portugal isso já vai acontecendo, mas chega a época do Verão e o drama do abandono de animais vai piorando de ano para ano.

Os animais nunca devem ser abandonados! Devemos dar-lhes sempre o melhor de nós e tratá-los bem. Os animais são seres sensíveis, eles sofrem e ficam felizes. Aliás, os animais são até muito mais sensíveis do que nós.

Já perderam algum tempo, por exemplo, para olhar um cão olhos nos olhos? Não sentem que há ali qualquer coisa de especial, de viva e de inteligente? Muitas vezes, até sinto que os meus cães me percebem na perfeição!

Eu sei que não abandonar já devia estar na consciência de cada um, mas os holandeses não o fazem também por questões legais. Existem multas pesadas para quem abandona e impostos para aqueles que optam por comprar um cão de raça. Por isso, cada vez mais estão a adoptar-se mais animais e eu acho muito bem.

Por quê comprar, muitas vezes sabendo que as condições de criação são péssimas, quando podemos adoptar?
Mas também vos digo uma coisa, acho que adoptar só faz sentido se depois se souber cuidar. Um animal não é um brinquedo, nem uma peça de decoração. Os quatro-patas são família, não é? Fazem companhia e dão amor incondicional!

Seria muito bom um dia podermos dizer: em Portugal já não existem animais abandonados! E sabem uma coisa? Acredito que esse dia vai chegar. Está nas nossas mãos.

 

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